Conheça 5 tendências do mercado imobiliário em 2017

imagem ilustrativa de mercado imobiliário em 2017

A renovação das expectativas que ocorre no início do ano é uma situação comum em qualquer época, mas que se torna especial em tempos de crise. Por isso, agora que 2017 está começando, as projeções dos especialistas para a economia brasileira chamam a atenção, sobretudo de quem trabalha com investimentos ou que administra patrimônio próprio ou de terceiros.

Portanto, neste post selecionamos algumas das perspectivas para o mercado imobiliário em 2017. Confira!

1. Preços

Ao longo de 2016 os imóveis sofreram uma depreciação que gira na ordem de 6%. Sob a influência de fatores que veremos adiante, a previsão do mercado é de que haja estabilização dos preços em 2017.

Podemos esperar que a desvalorização experimentada nos últimos anos tenha sido detida, o que prenuncia um momento de recuperação, que deve ser iniciado ainda em 2017.

2. Economia melhor

Os números apurados em 2016 sinalizam uma sutil melhora da economia nacional. Se eles não indicam uma recuperação imediata, pelo menos apresentam motivos para que algum otimismo possa ser considerado, como mostra o detalhamento a seguir.

3. Inflação

Após experimentar uma ligeira elevação, saindo de 5,91% em 2013 para 6,41% em 2014, a inflação bateu nos preocupantes 10,7% em 2015. Porém, já em 2016 houve um alívio, com o índice inflacionário retornando para a casa dos 6%. A projeção dos economistas para 2017 é da inflação fechar o ano em algo próximo a 5%.

Com inflação menor, a renda das famílias brasileiras se torna mais consistente, permitindo que elas voltem a acumular recursos para dar entrada na casa própria e para assumir as parcelas dos financiamentos. Ao mesmo tempo, com os preços em geral subindo menos, o custo do material de construção também tende a ser mais acessível, o que permitirá um reaquecimento do mercado com novos lançamentos.

4. Taxa Selic

A Taxa Selic funciona como um pedal de freio da economia. Afinal, ela serve de referência para os juros cobrados pelas instituições financeiras em todas as operações de crédito existentes no país. Com juros altos, a tendência é que menos pessoas e empresas peguem dinheiro emprestado para investimentos, o que esfria os mercados.

De fato, o Brasil tem uma das taxas de juros reais mais altas do mundo. Porém, após 10 meses estacionada em 14,25% ao ano, a taxa Selic sofreu três baixas sucessivas, caindo para 14% em novembro de 2016, para 13,75% no mês seguinte e chegando aos 13% em janeiro deste ano.

Os especialistas acreditam que essas baixas seguidas signifiquem uma tendência, que deve levar a Taxa Selic a se aproximar dos 11% ao ano no final de 2017.

Com juros mais baixos, as empresas poderão voltar a investir, melhorando a economia, de modo geral, e mais pessoas poderão pegar dinheiro emprestado para comprar a casa própria, aquecendo o mercado imobiliário.

5. Produto Interno Bruto (PIB)

O PIB brasileiro saiu dos 3,015% em 2013, para 0,5%, em 2014. No ano seguinte, começamos a experimentar a recessão, com o PIB negativo, de -3,847% e a retração foi mantida em 2016. Contudo, a perspectiva é de que em 2017 o índice retorne à casa dos 0,5%, indicando uma melhora da economia, o que será bom para o mercado imobiliário.

Portanto, se ainda não podemos falar de um pleno reaquecimento dos negócios com imóveis neste ano, há indícios de que 2017 será mais favorável para esse segmento da economia dos que foram os últimos anos.

Agora que você já conhece as tendências do mercado imobiliário em 2017, que tal compartilhar essas informações com os amigos nas redes sociais?

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